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12 de março de 2015

Precisamos de reforma política - Nadia Bambirra


Definitivamente esse movimento de ódio está passando dos limites!

Quem realmente conhece a história do MST? O autêntico movimento dos camponeses deste país que lutam por terra para trabalhar, de forma sustentável.

A ignorância gerada por capas como a da veja, que colocou Stedile com cara de demônio é a origem desse tipo de estupidez.


Um país com a quantidade de terra do nosso e que temiam povo miserável no campo é inaceitável.

E sabem porque?

Pois é, porque a terra é latifúndio dos mesmos caras que querem entregar a Petrobras e que estão na corja de Brasília.


Quem já escutou o discurso de Stedile? Eu sim!

Quem conhece o trabalho da Escola Florestan Fernandes? Eu sim.

Quem conhece a trajetória dele? Eu sim.

Respeito ao único movimento popular autêntico deste país!

Discordar é um direito, disseminar ódio e pedir a morte é no mínimo estupido.

E qualquer comentário ignorante a este post será motivo para ser retirado na minha rede. Basta! Cansei! A minha história se fez na política!

Fui uma criança que não teve o direito de crescer no meu país e só conheci minha terra e minha família aos 15 anos com a anistia! Não venham falar em golpe e movimentos anti democráticos.

Eu não votei na Dilma, mas foi uma escolha legítima, nas urnas. E quem rouba a Petrobras é a política nacional historicamente!

Precisamos de Reforma Política. Não do PMDB no governo!


5 de março de 2015

ESCÂNDALO HSBC - O Brasil precisa apurar!

Desde meados de fevereiro tem circulado na imprensa mundial o vazamento de uma vasta documentação revelando que a filial do HSBC na Suíça foi cúmplice de uma série de crimes financeiros. As informações foram vazadas por Hervé Falciani, ex funcionário do próprio banco, que acusou o HSBC de criar um sistema de auto enriquecimento através da evasão de divisas e lavagem de dinheiro, tudo à custa da sociedade. Os dados estão de posse do Consórcio Internacional de Jornalismo Investigativo - ICIJ (International Consortium of Investigative Journalism). A operação foi batizada de “Swissleaks”.

Trata-se do maior vazamento de dados bancários da história, algo em torno de US$ 120 bilhões – o equivalente a 340 bilhões de reais na taxa atual de câmbio, correspondendo ao período de 2005 a 2007, envolvendo 106 mil clientes de 203 países, que tinham depositado nas contas secretas do HSBC suíço.

Mas a prática criminosa do HSBC parece não estar restrita a sua filial suíça. Segundo o jornal britânico “The Guardian”, o próprio presidente-executivo do HSBC, Stuart Gulliver, que veio recentemente a público prometer “reformar o banco”, escondeu milhões de libras em uma conta na Suíça por meio de uma empresa no Panamá. Ou seja, uma farra financeira que envolve, além dos clientes de má procedência, os próprios executivos do HSBC. Pratica esta que certamente tem contribuídos para engordar os lucros do bancos, que em 2014 foram em torno de 13 bilhões de libras.

O Brasil é o quarto país em número de clientes que constam nos documentos vazados pela ICIJ, com 8.667 potenciais sonegadores, que somam um montante de aproximadamente 8 bilhões de dólares - quase 20 bilhões de reais. Os nomes dos brasileiros ainda não foram amplamente divulgados. Apenas o jornalista do UOL, um dos brasileiros vinculados ao ICJI, recebeu a lista, que teria sido encaminhada à Receita Federal para averiguação.

Fernando Rodrigues divulgou apenas 11 pessoas da lista de brasileiros até agora, segundo ele ligadas ou citadas de alguma forma no escândalo da Operação Lava. Entre os nomes divulgados por Rodrigues estão o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, delator na Operação Lava Jato e que já havia revelado ter mantido valores no HSBC, oito integrantes da família Queiroz Galvão, o empresário Júlio Faerman (ex-representante da holandesa SBM) e o doleiro Henrique Raul Srour.

Outros nomes como o de Robson Tuma fariam parte da lista - segundo o jornalista Luis Nassif o endereço do ex-deputado ((Avenida Cauaxi 189, ap 203, Alphaville, Barueri) aparece na lista do HSBC. Ou do banqueiro Edmond Safra, do Banco Safra, e a família Steinbruch, dono da Vicunha e da CSN, segundo o jornalista Miguel do Rosário. “O Banco Safra foi o banco usado pela Globo para comprar os dólares que enviaria às Ilhas Virgens Britânicas, quando se envolveu naquela “engenhosa operação” para adquirir os direitos de transmissão da Copa de 2002 sem pagar os devidos impostos”, afirma o jornalista.

Mas apesar da grande dimensão do escândalo, e do fato do Brasil ocupar o quarto lugar na lista de potenciais sonegadores, há hoje em nosso país um silêncio sepulcral da grande mídia sobre o assunto, assim como dos líderes da oposição de direita e do próprio governo. Talvez porque muitos dos seus façam parte da lista, além do fato óbvio de que não há por parte destes segmentos muita disposição em enfrentar os ricos e poderosos, suspeitos de estarem envolvidos até o pescoço no maior escândalo financeiro que se tem conhecimento.

Até agora, só o que temos de concreto são declarações de intenções dos órgãos do governo brasileiro de que os documentos serão analisados, mas numa morosidade que beira a paralisia. A Receita Federal, por exemplo, divulgou uma nota de esclarecimento, afirmando que estava investigando o caso, apenas três meses após ter recebido a lista das mãos do jornalista Fernando Rodrigues, da UOL - único jornalista brasileiro membro da ICIJ que recebeu os dados do vazamento.

A sociedade brasileira precisa pressionar o governo e o parlamento para que a apuração deste escândalo se dê de forma imediata, com a divulgação pública dos nomes comprovadamente envolvidos nos crimes financeiros de sonegação e evasão fiscal. Da mesma forma, a mídia deve colocar em prática seu discurso em defesa do direito à informação, com a divulgação do fato e da lista de brasileiros com contas secretas na suíça. Uma informação que, aliás, já deveria ter sido solicitada oficialmente pelo governo Brasileiro, por envolver questões de interesse nacional.

É um absurdo que os partidos da base do governo e da oposição de direita, com o evidente apoio da grande mídia, falem em “ajustar as contas públicas” por meio de corte de gastos sociais e redução de direitos trabalhistas enquanto os mais ricos que sonegam impostos e guardam suas fortunas em paraísos fiscais permanecem impunes.

A economia de R$ 18 bilhões anunciado pelo Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, por meio da restrição de direitos como o seguro desemprego, seguro defeso, pensão pós-morte e auxílio doença, representa menos do que o montante de 20 bilhões de reais guardadas por brasileiros nas contas secretas do HSBC suíço. Isso num quadro em que o governo e seu ministro da fazendo não tem qualquer disposição para adotar medidas redistributivas fundamentais, como é o caso da Reforma Tributária de caráter progressivo e a taxação das grandes fortunas.

Em contra partida, nos últimos dois anos, o governo federal deixou de receber, a título de renúncia fiscal, R$ 200 bilhões de reais devido às isenções concedidas ao setor empresarial, que foram beneficiados pela redução de alíquotas, isenção de IPI e desonerações.

Exigimos a apuração imediata do escândalo do HSBC, com a adoção de todas as medidas legais cabíveis para garantir a punição dos sonegadores e o ressarcimento dos recursos aos cofres públicos.

Muito obrigado.

Ivan Valente
Deputado Federal PSOL-SP.

Brasília, 25 de fevereiro de 2015.
(Pronunciamento)


3 de março de 2015

Quem quer intervenção militar?

Intervenção militar é outro nome para golpe de Estado.
Por vezes golpe também é cinicamente chamado de revolução.


Nossa história já teve muitos "golpes" e "revoluções" e nem por isso o país era melhor. Ao contrário, fomos durante a maior parte do tempo uma república de bananas subjugada aos interesses de potências estrangeiras.


Além disso, após um golpe de Estado, a única mudança real é que se troca uns corruptos - em nosso caso acusados na justiça e mídia - por outros corruptos que uma vez no poder vão censurar, perseguir, torturar e matar seus acusadores.


O cidadão brasileiro que pede por intervenção militar precisa estudar, amadurecer e entender que democracia é barulhenta.

Povo silencioso é coisa de ditaduras.


Viver em um regime democrático pressupõe conviver com opostos e maturidade política/ideológica é exatamente isso.


Mas se ainda assim a pessoa quer intervenção militar, então só tem um jeito:

Vai morar na Coréia do Norte.

21 de fevereiro de 2015

O QUE ESTÁ EM JOGO AGORA

A chamada Operação Lava Jato, a partir da apuração de malfeitos na Petrobras, desencadeou um processo político que coloca em risco conquistas da nossa soberania e a própria democracia.

Com efeito, há uma campanha para esvaziar a Petrobras, a única das grandes empresas de petróleo a ter reservas e produção continuamente aumentadas. Além disso, vem a proposta de entregar o pré-sal às empresas estrangeiras, restabelecendo o regime de concessão, alterado pelo atual regime de partilha, que dá à Petrobras o monopólio do conhecimento da exploração e produção de petróleo em águas ultraprofundas. Essa situação tem lhe valido a conquista dos principais prêmios em congressos internacionais.

Está à vista de todos a voracidade com que interesses geopolíticos dominantes buscam o controle do petróleo no mundo, inclusive através de intervenções militares. Entre nós, esses interesses parecem encontrar eco em uma certa mídia a eles subserviente e em parlamentares com eles alinhados. Debilitada a Petrobras, âncora do nosso desenvolvimento científico, tecnológico e industrial, serão dizimadas empresas aqui instaladas, responsáveis por mais de 500.000 empregos qualificados, remetendo-nos uma vez mais a uma condição subalterna e colonial.

Por outro lado, esses mesmos setores estimulam o desgaste do Governo legitimamente eleito, com vista a abreviar o seu mandato. Para tanto, não hesitam em atropelar o Estado de Direito democrático, ao usarem, com estardalhaço, informações parciais e preliminares do Judiciário, da Polícia Federal, do Ministério Público e da própria mídia, na busca de uma comoção nacional que lhes permita alcançar seus objetivos, antinacionais e antidemocráticos.

O Brasil viveu, em 1964, uma experiência da mesma natureza. Custou-nos um longo período de trevas e de arbítrio. Trata-se agora de evitar sua repetição. Conclamamos as forças vivas da Nação a cerrarem fileiras, em uma ampla aliança nacional, acima de interesses partidários ou ideológicos, em torno da democracia e da Petrobras, o nosso principal símbolo de soberania.

20 de fevereiro de 2015

Alberto Passos Guimarães Filho; Aldo Arantes; Ana Maria Costa; Ana Tereza Pereira; Cândido Mendes; Carlos Medeiros; Carlos Moura; Claudius Ceccon; Celso Amorim; Celso Pinto de Melo; D. Demetrio Valentini; Emir Sader; Ennio Candotti; Fabio Konder Comparato; Franklin Martins; Jether Ramalho; José Noronha; Ivone Gebara; João Pedro Stédile; José Jofilly; José Luiz Fiori; José Paulo Sepúlveda Pertence; Ladislau Dowbor; Leonardo Boff; Ligia Bahia; Lucia Ribeiro; Luiz Alberto Gomez de Souza; Luiz Pinguelli Rosa; Magali do Nascimento Cunha; Marcelo Timotheo da Costa; Marco Antonio Raupp; Maria Clara Bingemer; Maria da Conceição Tavares; Maria Helena Arrochelas; Maria José Sousa dos Santos; Marilena Chauí; Marilene Correa; Otavio Alves Velho; Paulo José; Reinaldo Guimarães; Ricardo Bielschowsky; Roberto Amaral; Samuel Pinheiro Guimarães; Sergio Mascarenhas; Sergio Rezende; Silvio Tendler; Sonia Fleury; Waldir Pires.

Texto original no Luis Nassif OnLine

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Tenho visto muita gente boa comprar a ideia de que para "resolver" a corrupção no Brasil é necessário "atacar" a democracia e o Estado de Direito. Parecem não perceber que nossa história, desde 1889, foi exatamente uma longa repetição desse erro.

Precisamos aperfeiçoar o sistema democrático e não combatê-lo.

Quem acredita que o problema é a democracia é burro.

Quem fomenta essa ideia é mal intencionado.

Afinal, é só juntar a com b para perceber quem seria (novamente) favorecido com nosso país institucionalmente rastejante.

A luta contra a corrupção não é contra o Brasil.


13 de fevereiro de 2015

Repassando o que vi

"O mundo sem competições fica sem graça.‎"

"Claro que não. Aliás, o que não vejo graça nenhuma e em competições. Para mim, vencer derrotando alguém é o cúmulo da ignomínia. O mundo tem que cultivar é a solidariedade e a cooperação. Todos se ajudando mutuamente para que todos superem suas limitações e todos sejam vitoriosos em relação a suas falhas. Isso é que tem graça." - Ernesto von Rückert.


17 de janeiro de 2015

O fuzilamento do brasileiro - Finalmente um comentário que merece ser lido


Resolvi, faz tempo, que não leria comentários em sites de notícias.


O nível dos comentários é tão ridículo, tão superficial, tão sem fundamento e lógica que parecem ter sido feitos por pessoas recém saídas da idade do bronze.

Contudo, hoje, após buscador de notícias da google me enviar a um site que eu normalmente não leria, vi que na notícia, o jornalista se pronunciava sobre o fuzilamento do brasileiro na Indonésia mostrando-se favorável à pena de morte por tráfico.


Tive um grata surpresa.
Ler o comentário logo abaixo da notícia.
Melhor que a notícia.

Finalmente, vi que existe vida inteligente nos comentários.


A transcrição está abaixo e parabéns ao autor - Reynaldo-BH.

"Ao André Martins de Andrade Jr.

Amigo, menos.

“As autoridades locais em todo o país tendem a ceder a fim de manter a paz social como os grupos radicais: o Hizb-ut Tahrir Indonésia, a Frente de Defesa Islâmica e a Frente Islâmica.”

O mesmo país que você elogia por matar um traficante que na pátria onde nasceu jamais seria executado, é o que explica, apoia, dá condições e apoio aos fundamentalistas que matam em nome do Islã e de fundamentalismos.

Que não se faça da Indonésia exemplo de Direito.
Não é.
Nunca foi.

A pena de morte oficializada – além da declaração de auto-falência – neste caso específico é abjeta e covarde.

Não me pergunte o que eu faria com um assassino de um familiar. Provavelmente o mataria com minhas mãos. E nem por isso seria uma atitude justa ou cidadã.

A vingança mata mais a quem dá o veneno do quem a toma.

Menos, meu amigo.

A Indonésia FALHOU por não saber como tratar quem agride suas leis.

O caminho mais fácil é o da simples extinção.
O nazismo já nos ensinou isto.
Recuso-me a aprender.

Reynaldo-BH - 17/1/2015 às 18:52"


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Sugiro aos que defendem a pena de morte:

1) Estude a história;

2) Atualize-se sobre as estatísticas da violência pelo mundo.

Abraço a todos.

18 de novembro de 2014

Direitosos e direitices


Simpatizar com esse ou aquele partido ou ideologia é uma conquista da democracia mas parte da direita brasileira emburreceu a tal ponto que, visando tentar reverter uma derrota eleitoral, parece disposta a sacrificar qualquer coisa. Até mesmo a própria democracia.


Esses "direitosos" se mostram absolutamente desinformados e na ausência de argumentação racional e razoável repetem chavões desconexos que só na cabeça deles faz algum sentido. É "vai pra Cuba" ou "Fora PT" ou "Nunca houve tanta corrupção no Brasil". Isso quando não agridem mesmo.


Discordar é um direito mas de forma civilizada e sempre fundamentado. Se assim não for o cidadão passa a mero fantoche do poder repetindo frases desconexas por aí.

Não seja esse fantoche não importa a sua ideologia.


Bom lembrar que estudar um pouco de história e ciência política não faz mal a ninguém.

30 de outubro de 2014

Dilma fala sobre o terrorismo eleitoral da Revista Veja


"Meus amigos e minhas amigas, eu gostaria de encerrar minha campanha na TV de outra forma, mas não posso me calar frente a esse ato de terrorismo eleitoral articulado pela revista Veja e seus parceiros ocultos. Uma atitude que envergonha a imprensa e agride a nossa tradição democrática. Sem apresentar nenhuma prova concreta e mais uma vez baseando-se em supostas declarações de pessoas do submundo do crime, a revista tenta envolver a mim e ao presidente Lula nos episódios da Petrobras que estão sob investigação da justiça. Todos os eleitores sabem da campanha sistemática que a revista move há anos contra Lula e contra mim, mas dessa vez a Veja excedeu todos os limites. Desde que começaram as investigações sobre ações criminosas do Senhor Paulo Roberto Costa eu tenho dado total respaldo a Policia Federal e ao Ministério Público até a sua edição de hoje, às vésperas das eleições que em todas as pesquisas, apontam a minha nítida vantagem sobre meu adversário a maledicência da Veja tentava insinuar que eu poderia ter sido omissa na apuração dos fatos. Isso já era um absurdo, isso já era uma tremenda injustiça, hoje a revista excedeu todos os limites da decência e da falta de ética pois insinua que eu teria conhecimento prévio dos maus feitos na Petrobras e que o presidente Lula seria um de seus articuladores. A revista comete esta barbaridade, esta infâmia contra mim e contra o presidente Lula sem apresentar a mínima prova. Isso é um absurdo, isso é um crime, é mais do que clara a intenção malévola da Veja de interferir de forma desonesta e desleal nos resultados das eleições. A começar pela antecipação da edição semanal para hoje sexta-feira, quando normalmente chega às para as bancas no domingo, mas como das outras vezes e nas outras eleições Veja vai fracassar no seu intento criminoso, a única diferença é que dessa vez ela não ficará impune. A justiça livre desse país seguramente vai condená-la por esse crime. Ela e seus cúmplices tão pouco conseguirão sucesso no seu intento criminoso. O povo brasileiro tem maturidade suficiente para discernir entre a mentira e a verdade. O povo brasileiro sabe que não compactuo e nunca compactuei com a corrupção. A minha história mostra isso. Farei o necessário doa a quem doer, de investigar e de punir quem mexe com o patrimônio do povo. Sou uma defensora intransigente da liberdade de imprensa, mas a consciência livre da nação não pode aceitar que mais uma vez se divulgue falsas denúncias no meio de um processo eleitoral em que o que está em jogo é o futuro do Brasil. Os brasileiros darão sua resposta à Veja e seus cúmplices nas urnas e eu darei minha resposta na justiça."


28 de outubro de 2014

A idade média passou

A molecada da rua de trás - Herval Vosvkacha Netoscka


Votei em branco, mas esse papo de impeachment tá bem filho de papai mesmo. Quando perde pega bola e quer acabar com a brincadeira. Só que tem uma diferença, dessa vez a bola é da molecada da rua de trás, e é isso que está matando os filhos de papai Brasil a fora.

Se for pra ter impeachment o senador tem que renunciar e ser declarado inelegível pelo aeroporto, avião do pó, e outras coisas.

Vamos aceitar o resultado e lutar por idéias e não pessoas ou partidos.

A molecada da rua de trás não exclui, mas a presença deles na brincadeira incomoda. Esse é o problema.

Relembrando votei em branco, não defendo o PT, mas sim a ideia de que pobre também tem que ter dignidade, olhar no olho do patrão e falar que não vai trabalhar se não pagarem seus direitos e se falar que é por conta de bolsa qualquer coisa, ótimo.


Esse é o tipo de atitude que os críticos dos programas chamam de exclusão dos ricos. Eles estão sendo excluídos porque estão perdendo seus escravos.

24 de outubro de 2014

Desespero da Veja

18 de outubro de 2014

Acabar com a corrupção votando no Aécio - Sergio Azevedo


Para quem pensa que vai acabar com a "corrupção" votando no Aécio...

Se o escândalo contra a Petrobrás era para ser a bala de prata desta eleição, o tiro saiu pela culatra. Quase a metade dos nomes listados na delação premiada do ex-diretor da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, é de políticos ligados não à campanha de Dilma Rousseff, mas à de Aécio Neves e Marina Silva. Dos 16 nomes, sete estão contra Dilma, pública, notória e oficialmente.

O detalhe, que é do tamanho de um elefante, tem passado despercebido na "grande" mídia. Será por quê?

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), é candidato ao governo do Rio Grande do Norte, apoia Aécio e tem uma chapa formada pelo PSDB, DEM e também pelo PSB.

Romero Jucá, do PMDB de Roraima, declarou apoio e fazia entusiasmada campanha para Aécio. Jucá brigou com Dilma quando foi afastado, em 2012, da liderança do governo no Senado, o cargo quase vitalício que ocupou, pela primeira vez, durante o governo FHC. Ao finalmente romper com um governo e ir para a oposição, Jucá declarou que o fazia por razões ideológicas e "acusou" Dilma de ser socialista.
  

O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) liderou a resistência que tentou impedir o apoio de seu partido a Dilma. Depois, organizou a dissidência do Diretório do Rio de Janeiro, que apoia Aécio. A mesma coisa fez João Pizzolatti, que é presidente do PP de Santa Catarina e articulou o apoio desse diretório a Aécio. O PP-SC também fez barba, cabelo e bigode: além de estar com Aécio, o chapão de Pizzolatti inclui a aliança com as candidaturas de Paulo Bauer a governador, pelo PSDB, e de Paulo Bornhausen ao Senado, pelo PSB.

Eduardo Cunha, deputado federal pelo PMDB-RJ, dispensa maiores apresentações. É o inimigo público nº 1 de Dilma dentro do PMDB e foi o principal articulador do apoio majoritário desse partido, no Rio, ao candidato Aécio Neves.

Sérgio Cabral, governador do Rio de Janeiro, embora publicamente tenha feito declarações favoráveis a Dilma, patrocina a aliança conhecida como "Aezão", ou seja, a adesão dos tucanos à candidatura do governador Pezão (PMDB), que é candidato à reeleição. Em troca, a maior parte do PMDB fluminense garantiu apoio governista à combalida campanha de Aécio naquele estado.


Eduardo Campos (PSB) — também citado na delação —, como é notório, saiu candidato à presidência da República, levou o PSB para a oposição ao governo Dilma, aliou-se a Marina Silva e organizou as dobradinhas com Aécio em vários estados.

A propósito, até o momento, a defesa de Campos tem ficado restrita a alguns membros do PSB. Marina nem mesmo se deu ao trabalho de rechaçar prontamente as denúncias feitas contra uma pessoa de quem ela se dizia firme aliada por uma nova política.

A enigmática frase da candidata — de que "não queremos ver Eduardo morrer duas vezes" — mostrou que, até mesmo em relação a Eduardo Campos, Marina Silva está mais que propensa, de novo, a mudar de ideia.

Uma simples conferida na lista deixa claro que o escândalo foi qualquer coisa, menos algo feito com o claro propósito de ajudar a campanha de Dilma.

Sergio Azevedo

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Sergio Azevedo é gente boa, véi de guerra e manja dos paranauê da política.

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Texto compilado do Contexto Livre

13 de outubro de 2014

Privatizações: a Distopia do Capital - Silvio Tendler - 2014



O novo filme de Silvio Tendler ilumina e esclarece a lógica da política em tempos marcados pelo crescente desmonte do Estado brasileiro. A visão do Estado mínimo; a venda de ativos públicos ao setor privado; o ônus decorrente das políticas de desestatização traduzidos em fatos e imagens que emocionam e se constituem em uma verdadeira aula sobre a história recente do Brasil. Assim é Privatizações: a Distopia do Capital. Realização do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) e da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), com o apoio da CUT Nacional, o filme traz a assinatura da produtora Caliban e a força da filmografia de um dos mais respeitados nomes do cinema brasileiro.

Em 56 minutos de projeção, intelectuais, políticos, técnicos e educadores traçam, desde a era Vargas, o percurso de sentimentos e momentos dramáticos da vida nacional. A perspectiva da produtora e dos realizadores é promover o debate em todas as regiões do país como forma de avançar “na construção da consciência política e denunciar as verdades que se escondem por trás dos discursos hegemônicos”, afirma Silvio Tendler.

Vale registrar, ainda, o fato dos patrocinadores deste trabalho, fruto de ampla pesquisa, serem as entidades de classe dos engenheiros. Movido pelo permanente combate à perda da soberania em espaços estratégicos da economia, o movimento sindical tem a clareza de que “o processo de privatizações da década de 90 é a negação das premissas do projeto de desenvolvimento que sempre defendemos”.


7 de outubro de 2014

Brasil de 2002 x Brasil de 2013 - Dados da OMS, ONU, Banco Mundial, IBGE, Unicef, etc

Dados de fontes diversas que demonstram que o Brasil melhorou muito em relação ao que era no tempo do PSDB. Não gostar desse ou daquele partido é um direito garantido na democracia mas negar os avanços demonstrados por números é maluquice.

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ECONOMIA



1. Produto Interno Bruto:

2002 – R$ 1,48 trilhões
2013 – R$ 4,84 trilhões

2. PIB per capita:

2002 – R$ 7,6 mil
2013 – R$ 24,1 mil

3. Dívida líquida do setor público:

2002 – 60% do PIB
2013 – 34% do PIB

4. Lucro do BNDES:

2002 – R$ 550 milhões
2013 – R$ 8,15 bilhões

5. Lucro do Banco do Brasil:

2002 – R$ 2 bilhões
2013 – R$ 15,8 bilhões

6. Lucro da Caixa Econômica Federal:

2002 – R$ 1,1 bilhões
2013 – R$ 6,7 bilhões

7. Produção de veículos:

2002 – 1,8 milhões
2013 – 3,7 milhões

8. Safra Agrícola:

2002 – 97 milhões de toneladas
2013 – 188 milhões de toneladas

9. Investimento Estrangeiro Direto:

2002 – 16,6 bilhões de dólares
2013 – 64 bilhões de dólares

10. Reservas Internacionais:

2002 – 37 bilhões de dólares
2013 – 375,8 bilhões de dólares

11. Índice Bovespa:

2002 – 11.268 pontos
2013 – 51.507 pontos


GERAÇÃO DE EMPREGOS



12. Empregos Gerados:

Governo FHC – 627 mil/ano
Governos Lula e Dilma – 1,79 milhões/ano

13. Taxa de Desemprego:

2002 – 12,2%
2013 – 5,4%

PETROBRAS



14. Valor de Mercado da Petrobras:

2002 – R$ 15,5 bilhões
2014 – R$ 104,9 bilhões

15. Lucro médio da Petrobras:

Governo FHC – R$ 4,2 bilhões/ano
Governos Lula e Dilma – R$ 25,6 bilhões/ano

FALÊNCIAS REQUERIDAS



16. Falências Requeridas em Média/ano:

Governo FHC – 25.587
Governos Lula e Dilma – 5.795

EVOLUÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO



17. Salário Mínimo:

2002 – R$ 200 (1,42 cestas básicas)
2014 – R$ 724 (2,24 cestas básicas)

18. Dívida Externa em Relação às Reservas:

2002 – 557%
2014 – 81%

19. Posição entre as Economias do Mundo:

2002 – 13ª
2014 – 7ª

20. PROUNI – 1,2 milhões de bolsas

21. Salário Mínimo Convertido em Dólares:

2002 – 86,21
2014 – 305,00

22. Passagens Aéreas Vendidas:

2002 – 33 milhões
2013 – 100 milhões

EXPORTAÇÕES



23. Exportações:

2002 – 60,3 bilhões de dólares
2013 – 242 bilhões de dólares

INFLAÇÃO



24. Inflação Anual Média:

Governo FHC – 9,1%
Governos Lula e Dilma – 5,8%

25. PRONATEC – 6 Milhões de pessoas

26. Taxa Selic:

2002 – 18,9%
2012 – 8,5%

27. FIES – 1,3 milhões de pessoas com financiamento universitário

28. Minha Casa Minha Vida – 1,5 milhões de famílias beneficiadas

29. Luz Para Todos – 9,5 milhões de pessoas beneficiadas

ENERGIA



30. Capacidade Energética:

2001 – 74.800 MW
2013 – 122.900 MW

31. Criação de 6.427 creches

32. Ciência Sem Fronteiras – 100 mil beneficiados

33. Mais Médicos (Aproximadamente 14 mil novos profissionais): 50 milhões de beneficiados

34. Brasil Sem Miséria – Retirou 22 milhões da extrema pobreza

EDUCAÇÃO



35. Criação de Universidades Federais:

Governos Lula e Dilma – 18
Governo FHC - zero

36. Criação de Escolas Técnicas:

Governos Lula e Dilma – 214
Governo FHC - 0
De 1500 até 1994 – 140

37. Desigualdade Social:

Governo FHC - Queda de 2,2%
Governo PT – Queda de 11,4%

38. Produtividade:

Governo FHC - Aumento de 0,3%
Governos Lula e Dilma – Aumento de 13,2%

39. Taxa de Pobreza:

2002 – 34%
2012 – 15%

40. Taxa de Extrema Pobreza:

2003 – 15%
2012 – 5,2%

41. Índice de Desenvolvimento Humano:

2000 – 0,669
2005 – 0,699
2012 – 0,730

MORTALIDADE INFANTIL



42. Mortalidade Infantil:

2002 – 25,3 em 1000 nascidos vivos
2012 – 12,9 em 1000 nascidos vivos

43. Gastos Públicos em Saúde:

2002 – R$ 28 bilhões
2013 – R$ 106 bilhões

44. Gastos Públicos em Educação:

2002 – R$ 17 bilhões
2013 – R$ 94 bilhões

45. Estudantes no Ensino Superior:

2003 – 583.800
2012 – 1.087.400

46. Risco Brasil (IPEA):

2002 – 1.446
2013 – 224

47. Operações da Polícia Federal:

Governo FHC - 48
Governo PT – 1.273 (15 mil presos)

48. Varas da Justiça Federal:

2003 – 100
2010 – 513

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FONTES:
42 – OMS, Unicef, Banco Mundial e ONU
37 – índice de GINI: www.ipeadata.gov.br
45 – Ministério da Educação
13 – IBGE
26 – Banco Mundial
Leia mais em Hildegard Angel.

Lembra como era???


1 de outubro de 2014

A Petrobras do PSDB em uma imagem

30 de setembro de 2014

O mundo acabou sim - Alexandre De Oliveira Périgo


É a falência absoluta da atividade cerebral humana.

Absoluta.

Vejo gente apoiar efusivamente o PM que assassinou o ambulante na Lapa, em Sampa.

Vejo Marina Silva entre risos dizer-se "magrinha" e chamar Dilma de "gorda" numa palestra, como se isso qualificasse uma e desqualificasse a outra.

Vejo gente dizer que o astrólogo e caçador de ursos Olavo de Carvalho é "filósofo" e "muito invejado pelos esquerdopatas por sua capacidade e conhecimento".

Vejo gente enaltecendo Renato Russo e Cazuza como se Fernando Pessoa e Camões fossem.

Vejo gente criticar os programas sociais do governo federal e não se importar com os lucros imorais dos bancos.

Vejo gente legitimar o extermínio palestino por parte de Israel.


Vejo gente reproduzir notícias sem verificar minimamente suas fontes, simplesmente por ratificarem sua opinião pessoal.

Vejo gente acreditar piamente que um "golpe comunista está em curso" no Brasil.

Vejo gente que é contra o aborto mas que clama pela redução da maioridade penal.

Vejo gente que recrimina o preconceito racial chamando os acusados de tal crime de "viado", "puta" e outras aberrações sexistas e machistas.

Vejo paulistanos ricos reclamarem de ciclovias e pedirem o fechamento de museus.

Vejo Obama ganhar um Nobel da Paz enquanto mata crianças árabes no atacado e no varejo.

Vejo gente dando e tomando tiros no centro de Beagá por causa de um jogo de futebol.

Vejo gente que nunca ouviu falar em Waldir Azevedo dizer que Beyoncé é uma "grande artista".

Vejo gente criticar filósofos e pensadores e que mal sabe escrever seus nomes sem a ajuda do Wikipedia.

Vejo Aécio Neves com lama até as orelhas ter a coragem de falar em "corrupção petista".


Vejo gente defendendo a meritocracia e rindo das piadas de Danilo Gentili.

Vejo religiosidade cega se propagando como fogo em palha seca, com suas divindades fantasiosas usadas como respostas peremptórias e definitivas para tudo.

Vejo gente "revolucionária" preocupada com as mazelas e injustiças humanas de toda ordem e que não dá a mínima para os próprios filhos.

Vejo gente crer de modo pueril que o 11 de Setembro de 2001 foi um "atentado terrorista contra a liberdade e a democracia, arquitetado e orquestrado por árabes infiltrados na América".

Vejo Dilma com um acentuado discurso de esquerda durante a campanha eleitoral que provavelmente sumirá após sua eventual vitória.

Vejo gente inteligente afogando-se em seus próprios egos.

Vejo ódio por todos os lados e poros; e vejo ignorância camuflada de pseudo-cultura.


É a falência absoluta da atividade cerebral humana.

Absoluta.

Os maias estavam certíssimos: o mundo acabou sim.

Só não nos demos, zumbis que somos, conta disso.

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Alexandre é meu camarada virtual, gente boa e pai de uma guriazinha muito linda.
2leep.com