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30 de outubro de 2014

Dilma fala sobre o terrorismo eleitoral da Revista Veja


"Meus amigos e minhas amigas, eu gostaria de encerrar minha campanha na TV de outra forma, mas não posso me calar frente a esse ato de terrorismo eleitoral articulado pela revista Veja e seus parceiros ocultos. Uma atitude que envergonha a imprensa e agride a nossa tradição democrática. Sem apresentar nenhuma prova concreta e mais uma vez baseando-se em supostas declarações de pessoas do submundo do crime, a revista tenta envolver a mim e ao presidente Lula nos episódios da Petrobras que estão sob investigação da justiça. Todos os eleitores sabem da campanha sistemática que a revista move há anos contra Lula e contra mim, mas dessa vez a Veja excedeu todos os limites. Desde que começaram as investigações sobre ações criminosas do Senhor Paulo Roberto Costa eu tenho dado total respaldo a Policia Federal e ao Ministério Público até a sua edição de hoje, às vésperas das eleições que em todas as pesquisas, apontam a minha nítida vantagem sobre meu adversário a maledicência da Veja tentava insinuar que eu poderia ter sido omissa na apuração dos fatos. Isso já era um absurdo, isso já era uma tremenda injustiça, hoje a revista excedeu todos os limites da decência e da falta de ética pois insinua que eu teria conhecimento prévio dos maus feitos na Petrobras e que o presidente Lula seria um de seus articuladores. A revista comete esta barbaridade, esta infâmia contra mim e contra o presidente Lula sem apresentar a mínima prova. Isso é um absurdo, isso é um crime, é mais do que clara a intenção malévola da Veja de interferir de forma desonesta e desleal nos resultados das eleições. A começar pela antecipação da edição semanal para hoje sexta-feira, quando normalmente chega às para as bancas no domingo, mas como das outras vezes e nas outras eleições Veja vai fracassar no seu intento criminoso, a única diferença é que dessa vez ela não ficará impune. A justiça livre desse país seguramente vai condená-la por esse crime. Ela e seus cúmplices tão pouco conseguirão sucesso no seu intento criminoso. O povo brasileiro tem maturidade suficiente para discernir entre a mentira e a verdade. O povo brasileiro sabe que não compactuo e nunca compactuei com a corrupção. A minha história mostra isso. Farei o necessário doa a quem doer, de investigar e de punir quem mexe com o patrimônio do povo. Sou uma defensora intransigente da liberdade de imprensa, mas a consciência livre da nação não pode aceitar que mais uma vez se divulgue falsas denúncias no meio de um processo eleitoral em que o que está em jogo é o futuro do Brasil. Os brasileiros darão sua resposta à Veja e seus cúmplices nas urnas e eu darei minha resposta na justiça."


28 de outubro de 2014

A idade média passou

A molecada da rua de trás - Herval Vosvkacha Netoscka


Votei em branco, mas esse papo de impeachment tá bem filho de papai mesmo. Quando perde pega bola e quer acabar com a brincadeira. Só que tem uma diferença, dessa vez a bola é da molecada da rua de trás, e é isso que está matando os filhos de papai Brasil a fora.

Se for pra ter impeachment o senador tem que renunciar e ser declarado inelegível pelo aeroporto, avião do pó, e outras coisas.

Vamos aceitar o resultado e lutar por idéias e não pessoas ou partidos.

A molecada da rua de trás não exclui, mas a presença deles na brincadeira incomoda. Esse é o problema.

Relembrando votei em branco, não defendo o PT, mas sim a ideia de que pobre também tem que ter dignidade, olhar no olho do patrão e falar que não vai trabalhar se não pagarem seus direitos e se falar que é por conta de bolsa qualquer coisa, ótimo.


Esse é o tipo de atitude que os críticos dos programas chamam de exclusão dos ricos. Eles estão sendo excluídos porque estão perdendo seus escravos.

24 de outubro de 2014

Desespero da Veja

18 de outubro de 2014

Acabar com a corrupção votando no Aécio - Sergio Azevedo


Para quem pensa que vai acabar com a "corrupção" votando no Aécio...

Se o escândalo contra a Petrobrás era para ser a bala de prata desta eleição, o tiro saiu pela culatra. Quase a metade dos nomes listados na delação premiada do ex-diretor da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, é de políticos ligados não à campanha de Dilma Rousseff, mas à de Aécio Neves e Marina Silva. Dos 16 nomes, sete estão contra Dilma, pública, notória e oficialmente.

O detalhe, que é do tamanho de um elefante, tem passado despercebido na "grande" mídia. Será por quê?

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), é candidato ao governo do Rio Grande do Norte, apoia Aécio e tem uma chapa formada pelo PSDB, DEM e também pelo PSB.

Romero Jucá, do PMDB de Roraima, declarou apoio e fazia entusiasmada campanha para Aécio. Jucá brigou com Dilma quando foi afastado, em 2012, da liderança do governo no Senado, o cargo quase vitalício que ocupou, pela primeira vez, durante o governo FHC. Ao finalmente romper com um governo e ir para a oposição, Jucá declarou que o fazia por razões ideológicas e "acusou" Dilma de ser socialista.
  

O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) liderou a resistência que tentou impedir o apoio de seu partido a Dilma. Depois, organizou a dissidência do Diretório do Rio de Janeiro, que apoia Aécio. A mesma coisa fez João Pizzolatti, que é presidente do PP de Santa Catarina e articulou o apoio desse diretório a Aécio. O PP-SC também fez barba, cabelo e bigode: além de estar com Aécio, o chapão de Pizzolatti inclui a aliança com as candidaturas de Paulo Bauer a governador, pelo PSDB, e de Paulo Bornhausen ao Senado, pelo PSB.

Eduardo Cunha, deputado federal pelo PMDB-RJ, dispensa maiores apresentações. É o inimigo público nº 1 de Dilma dentro do PMDB e foi o principal articulador do apoio majoritário desse partido, no Rio, ao candidato Aécio Neves.

Sérgio Cabral, governador do Rio de Janeiro, embora publicamente tenha feito declarações favoráveis a Dilma, patrocina a aliança conhecida como "Aezão", ou seja, a adesão dos tucanos à candidatura do governador Pezão (PMDB), que é candidato à reeleição. Em troca, a maior parte do PMDB fluminense garantiu apoio governista à combalida campanha de Aécio naquele estado.


Eduardo Campos (PSB) — também citado na delação —, como é notório, saiu candidato à presidência da República, levou o PSB para a oposição ao governo Dilma, aliou-se a Marina Silva e organizou as dobradinhas com Aécio em vários estados.

A propósito, até o momento, a defesa de Campos tem ficado restrita a alguns membros do PSB. Marina nem mesmo se deu ao trabalho de rechaçar prontamente as denúncias feitas contra uma pessoa de quem ela se dizia firme aliada por uma nova política.

A enigmática frase da candidata — de que "não queremos ver Eduardo morrer duas vezes" — mostrou que, até mesmo em relação a Eduardo Campos, Marina Silva está mais que propensa, de novo, a mudar de ideia.

Uma simples conferida na lista deixa claro que o escândalo foi qualquer coisa, menos algo feito com o claro propósito de ajudar a campanha de Dilma.

Sergio Azevedo

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Sergio Azevedo é gente boa, véi de guerra e manja dos paranauê da política.

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Texto compilado do Contexto Livre

13 de outubro de 2014

Privatizações: a Distopia do Capital - Silvio Tendler - 2014



O novo filme de Silvio Tendler ilumina e esclarece a lógica da política em tempos marcados pelo crescente desmonte do Estado brasileiro. A visão do Estado mínimo; a venda de ativos públicos ao setor privado; o ônus decorrente das políticas de desestatização traduzidos em fatos e imagens que emocionam e se constituem em uma verdadeira aula sobre a história recente do Brasil. Assim é Privatizações: a Distopia do Capital. Realização do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) e da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), com o apoio da CUT Nacional, o filme traz a assinatura da produtora Caliban e a força da filmografia de um dos mais respeitados nomes do cinema brasileiro.

Em 56 minutos de projeção, intelectuais, políticos, técnicos e educadores traçam, desde a era Vargas, o percurso de sentimentos e momentos dramáticos da vida nacional. A perspectiva da produtora e dos realizadores é promover o debate em todas as regiões do país como forma de avançar “na construção da consciência política e denunciar as verdades que se escondem por trás dos discursos hegemônicos”, afirma Silvio Tendler.

Vale registrar, ainda, o fato dos patrocinadores deste trabalho, fruto de ampla pesquisa, serem as entidades de classe dos engenheiros. Movido pelo permanente combate à perda da soberania em espaços estratégicos da economia, o movimento sindical tem a clareza de que “o processo de privatizações da década de 90 é a negação das premissas do projeto de desenvolvimento que sempre defendemos”.


7 de outubro de 2014

Brasil de 2002 x Brasil de 2013 - Dados da OMS, ONU, Banco Mundial, IBGE, Unicef, etc

Dados de fontes diversas que demonstram que o Brasil melhorou muito em relação ao que era no tempo do PSDB. Não gostar desse ou daquele partido é um direito garantido na democracia mas negar os avanços demonstrados por números é maluquice.

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ECONOMIA



1. Produto Interno Bruto:

2002 – R$ 1,48 trilhões
2013 – R$ 4,84 trilhões

2. PIB per capita:

2002 – R$ 7,6 mil
2013 – R$ 24,1 mil

3. Dívida líquida do setor público:

2002 – 60% do PIB
2013 – 34% do PIB

4. Lucro do BNDES:

2002 – R$ 550 milhões
2013 – R$ 8,15 bilhões

5. Lucro do Banco do Brasil:

2002 – R$ 2 bilhões
2013 – R$ 15,8 bilhões

6. Lucro da Caixa Econômica Federal:

2002 – R$ 1,1 bilhões
2013 – R$ 6,7 bilhões

7. Produção de veículos:

2002 – 1,8 milhões
2013 – 3,7 milhões

8. Safra Agrícola:

2002 – 97 milhões de toneladas
2013 – 188 milhões de toneladas

9. Investimento Estrangeiro Direto:

2002 – 16,6 bilhões de dólares
2013 – 64 bilhões de dólares

10. Reservas Internacionais:

2002 – 37 bilhões de dólares
2013 – 375,8 bilhões de dólares

11. Índice Bovespa:

2002 – 11.268 pontos
2013 – 51.507 pontos


GERAÇÃO DE EMPREGOS



12. Empregos Gerados:

Governo FHC – 627 mil/ano
Governos Lula e Dilma – 1,79 milhões/ano

13. Taxa de Desemprego:

2002 – 12,2%
2013 – 5,4%

PETROBRAS



14. Valor de Mercado da Petrobras:

2002 – R$ 15,5 bilhões
2014 – R$ 104,9 bilhões

15. Lucro médio da Petrobras:

Governo FHC – R$ 4,2 bilhões/ano
Governos Lula e Dilma – R$ 25,6 bilhões/ano

FALÊNCIAS REQUERIDAS



16. Falências Requeridas em Média/ano:

Governo FHC – 25.587
Governos Lula e Dilma – 5.795

EVOLUÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO



17. Salário Mínimo:

2002 – R$ 200 (1,42 cestas básicas)
2014 – R$ 724 (2,24 cestas básicas)

18. Dívida Externa em Relação às Reservas:

2002 – 557%
2014 – 81%

19. Posição entre as Economias do Mundo:

2002 – 13ª
2014 – 7ª

20. PROUNI – 1,2 milhões de bolsas

21. Salário Mínimo Convertido em Dólares:

2002 – 86,21
2014 – 305,00

22. Passagens Aéreas Vendidas:

2002 – 33 milhões
2013 – 100 milhões

EXPORTAÇÕES



23. Exportações:

2002 – 60,3 bilhões de dólares
2013 – 242 bilhões de dólares

INFLAÇÃO



24. Inflação Anual Média:

Governo FHC – 9,1%
Governos Lula e Dilma – 5,8%

25. PRONATEC – 6 Milhões de pessoas

26. Taxa Selic:

2002 – 18,9%
2012 – 8,5%

27. FIES – 1,3 milhões de pessoas com financiamento universitário

28. Minha Casa Minha Vida – 1,5 milhões de famílias beneficiadas

29. Luz Para Todos – 9,5 milhões de pessoas beneficiadas

ENERGIA



30. Capacidade Energética:

2001 – 74.800 MW
2013 – 122.900 MW

31. Criação de 6.427 creches

32. Ciência Sem Fronteiras – 100 mil beneficiados

33. Mais Médicos (Aproximadamente 14 mil novos profissionais): 50 milhões de beneficiados

34. Brasil Sem Miséria – Retirou 22 milhões da extrema pobreza

EDUCAÇÃO



35. Criação de Universidades Federais:

Governos Lula e Dilma – 18
Governo FHC - zero

36. Criação de Escolas Técnicas:

Governos Lula e Dilma – 214
Governo FHC - 0
De 1500 até 1994 – 140

37. Desigualdade Social:

Governo FHC - Queda de 2,2%
Governo PT – Queda de 11,4%

38. Produtividade:

Governo FHC - Aumento de 0,3%
Governos Lula e Dilma – Aumento de 13,2%

39. Taxa de Pobreza:

2002 – 34%
2012 – 15%

40. Taxa de Extrema Pobreza:

2003 – 15%
2012 – 5,2%

41. Índice de Desenvolvimento Humano:

2000 – 0,669
2005 – 0,699
2012 – 0,730

MORTALIDADE INFANTIL



42. Mortalidade Infantil:

2002 – 25,3 em 1000 nascidos vivos
2012 – 12,9 em 1000 nascidos vivos

43. Gastos Públicos em Saúde:

2002 – R$ 28 bilhões
2013 – R$ 106 bilhões

44. Gastos Públicos em Educação:

2002 – R$ 17 bilhões
2013 – R$ 94 bilhões

45. Estudantes no Ensino Superior:

2003 – 583.800
2012 – 1.087.400

46. Risco Brasil (IPEA):

2002 – 1.446
2013 – 224

47. Operações da Polícia Federal:

Governo FHC - 48
Governo PT – 1.273 (15 mil presos)

48. Varas da Justiça Federal:

2003 – 100
2010 – 513

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FONTES:
42 – OMS, Unicef, Banco Mundial e ONU
37 – índice de GINI: www.ipeadata.gov.br
45 – Ministério da Educação
13 – IBGE
26 – Banco Mundial
Leia mais em Hildegard Angel.

Lembra como era???


1 de outubro de 2014

A Petrobras do PSDB em uma imagem

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