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31 de agosto de 2013

Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa... Globo e o golpe de 1964


Chega a ser ridículo que agora, quase meio século depois e enfrentando diversas manifestações que expõem suas entranhas, venha a Globo fazer um mea culpa.

Mas afinal, qual a credibilidade tem um grupo que é acusado de sonegação fiscal, de apoio incondicional à ditadura por vinte anos, de manipulação de informações, de silêncio em relação às safadezas de políticos aliados, de realização de campanhas de caráter duvidoso como o Criança Esperança. Dizia Brizola que até fraude em eleições tiveram o dedo da Globo. Não duvido.

Qual a credibilidade tem o jornalismo dessa mesma empresa que acusa pessoas de cometer crimes nas manifestações e pouco tempo depois é obrigada a se retratar enfrentando a pressão da verdade mostrada nas redes sociais e publicada no exterior.


Qual a credibilidade tem o que chama de vândalos os que estão nas ruas mas se cala diante do gasto de 1,5 bilhão de reais com campo de futebol para realização de grandes eventos dos quais terá direito de transmissão e ganhará mais uma bolada. Qual credibilidade pode ter aquele que chama de quadrilha os vagabundos do PT e de cartel os ladrões do PSDB?

A perda de credibilidade é mensurável pela audiência.


Aliás, está se tornando rotina esse negócio de recuar da Globo. Já foram três vezes (que eu me lembre) em menos de 90 dias. Falaram uma coisa e tiveram de desdizer pois estavam - como quase sempre - falando mentiras. Como esquecer a cara do cidadão aí em baixo dizendo que errou e pedindo desculpas pelas asneiras que havia falado na véspera.


Será que essa turma realmente acha que sua estratégia de posar de bonzinho e sacanear por baixo dos panos vai continuar funcionando eternamente? Esse grupo está em declínio sendo uma questão de tempo sua derrocada. A cada ano perdem audiência, perdem credibilidade e perdem prestígio.

Ontem teve merda jogada na Globo pelos manifestantes. Hoje a Globo retribui jogando merda em cima de nós com esse papo de puta arrependida.


Não se iludam pois uma empresa que cresceu na mentira do golpe militar-empresarial de 64 não se transformará na verdade democrática que nosso país precisa e clama pelas ruas.


Recomendo a leitura do editorial global pois chega a ser engraçado. E se você acreditar no que eles dizem, lamento, mas você deveria estudar mais.

30 de agosto de 2013

O Sistema de Saúde do Canadá



O Canadá tem hoje um sistema de saúde muito popular, mas não foi fácil instalá-lo. Ele foi conquistado a duras penas pelo povo depois de muitos anos de luta. Agora ele lá está para ficar. Nenhum político canadense se atreve a propor a sua extinção.

A beleza do sistema canadense, o Medicare como é chamado, está na sua simplicidade. Não confundir o Medicare canadense com o Medicare americano que é também um seguro federal mas só para os cidadãos acima de 65 anos de idade. No Medicare canadense todos contribuem e por isso mesmo todos têm acesso à saúde. Os riscos são divididos por toda a cidadania.

Nesse sistema não existem exclusões por idade, enfermidades pré existentes ou perda de seguro com a troca de empregos. Os empregadores nada têm a ver com o sistema de saúde que se organiza diretamente em torno do cidadão sendo gerenciado pelos governos provincianos. Não existem tratamentos diferenciados que dependem da classe social ou do tipo do plano ou seguro saúde. E, mais importante, não existe um sistema de atendimento para quem pode e um outro para quem não tem pode pagar. Os poucos planos de saúde com fins lucrativos que existem por lá só podem dar cobertura àquilo que o Medicare não cobre, isso é, cirurgias cosméticas, tratamentos odontológicos em adultos (as crianças têm cobertura até os quatorze anos de idade) e apartamentos melhores em hospitais.

O cidadão canadense, com a sua carteira saúde, pode escolher o seu médico. Esse, por sua vez, não é um funcionário público como ocorre na Inglaterra. Ele tem o seu consultório particular e compete com os seus colegas a partir dos bons serviços prestados.

O dinheiro do cidadão, coletado na forma de imposto pelo governo federal, é repassado proporcionalmente às províncias. Essas, através de Conselhos de Saúde, com a participação da cidadania, têm uma grande autonomia no planejamento do atendimento, à saúde, determinando prioridades e negociando com as Associações Médicas e hospitais os seus honorários médicos e custos hospitalares. O cidadão de uma província tem cobertura em todas as demais. Ele também tem também cobertura fora do país para os tratamentos não oferecidos dentro do país. É interessante notar que poucos canadenses precisam de sair do país para receberem tratamentos adequados.

O Canadá gasta menos com a saúde dos que os Estados Unidos onde o sistema é uma colcha de retalhos dominada pelos planos e seguros saúde com fins lucrativos. Enquanto que o Canadá gasta 9.4% do seu produto nacional bruto com a saúde, os Estados Unidos gastam 14.4%. Os custos administrativos do sistema canadense ficam em torno de 7%, enquanto que nos Estados Unidos eles chegam a 20% incluídos aqui os lucros empresariais. Enquanto que nos Estados Unidos as empresas oferecem seguro saúde aos seus empregados, no Canadá elas não têm nenhum envolvimento com a saúde. Por causa disso os trabalhadores canadenses têm maior liberdade em mudar de emprego, especialmente quando sofrem de doença pré-existente.

Claro que o sistema canadense não é perfeito. Mas pergunte ao médico ou ao cidadão canadense se eles querem substituí-lo pelo sistema americano. A resposta será um sonoro não. Aperfeiçoa-lo, sim, o processo político democrático tem se encarregado de torna-lo cada vez mais eficiente e de boa qualidade. Os índices de saúde no Canadá não são inferiores aos Estados Unidos.

Não se entende bem porque no debate sobre o sistema da saúde a ser adotado no Brasil o modelo canadense é tão pouco conhecido. Parece que o governo e os políticos brasileiros ou não estão cientes do que se passa no Canadá ou, por razões obscuras, já decidiram copiar o sistema norte americano, inclusive com a abertura do "mercado da saúde" para as grandes seguradoras dos Estados Unidos.

Como esse é um assunto muito importante, que irá afetar o atendimento à saúde dos brasileiros não só agora como nas gerações futuras, não seria o caso de haver um debate mais amplo e bem informado sobre o que se passa no mundo, especialmente no Canadá? 
Não, está na hora dos brasileiros acordarem e tomarem as rédeas das decisões sobre o sistema de saúde que melhor nos convém. Deixar isso apenas nas mãos de interesses empresariais nacionais e multinacionais e das "leis do mercado" é caminhar na direção do desastre que já está ocorrendo nos Estados Unidos onde hoje existem cerca de 47.000.000 de americanos sem seguro saúde.

No dia 2 de dezembro de 1997 foi publicado um manifesto de protesto contra o sistema de saúde americano no Journal of the American Medical Association. Houve também em Boston uma manifestação de médicos, enfermeiras e público em geral que pertencem a uma Comissão Nacional para Salvar a Saúde (Adhoc Committee to Defend Health Care). Esse movimento agora se alastra pelo país.

Sabemos que o que é bom para os Estados Unidos nem sempre é bom para o Brasil. Mas, pior ainda, o que não é bom para os Estados Unidos, como é o caso do seu sistema de saúde, certamente não será bom para o Brasil. 


Marcio V. Pinheiro, M.D. 
Medico psiquiatra e psicanalista. 
7410 Village Road # 14 
Sykesville, MD 21784 
e-mail: mvp1@ix.netcom.com

29 de agosto de 2013

Se acusamos a PM de truculenta não podemos fechar os olhos para os outros agentes do sistema de segurança


Marginal é o que está à margem, e é correto afirmar que as atuações dos poderes e órgãos públicos no Brasil estão à margem da Constituição e do Estado de Direito.

O conflito que se estabeleceu em data recente entre Polícia Civil e Ministério Público, em razão da falsidade numa perícia elaborada por uma fonoaudióloga do Município do Rio cedida ao MP, que fizera montagem de gravação de voz para incriminar um acusado, é a ponta do iceberg do que teremos após a rejeição da PEC 37. A funcionária municipal, acusada de falsária, tentou desqualificar a perita do estado, que tem habilitação em perícia técnica, além de formação em Veterinária, e atuação em cargo efetivo de perita oficial há mais de 20 anos. A competência dos órgãos públicos é dada e delimitada pela lei. Se a lei não dá, o órgão não a tem. Estão à margem da lei as investigações criminais do MP, as perícias dos funcionários de prefeituras a seu serviço e as diligências dos policiais militares colocados à sua disposição em razão de ‘convênio remunerado’ de discutível legalidade.

Acampados na rua na qual mora o governador, jovens gritavam: “Cabral, pode esperar. O MP vai te pegar!” Coitados! Não sabiam o que diziam! No dia seguinte foram violentamente reprimidos pela polícia. A submissão da sociedade ao arbítrio da polícia e à ilegalidade estatal, cerceadora do direito de ir e vir e da liberdade de manifestação, somente é possível ante a omissão do MP no exercício do controle da atividade policial, pois enquanto investiga ilegalmente não exerce o poder que lhe atribui a Constituição.

Se acusamos a PM de truculenta, não podemos fechar os olhos para os outros agentes do sistema de segurança, dentre os quais o secretário de Segurança e o governador, que é o chefe da administração estadual. Nem para o MP, que tem o dever de promover a ação penal ante os crimes perpetrados na repressão policial. Afinal, não reagimos apenas ao cachorro que nos morde, mas também ao seu dono e ao tratador quando o instigam.

Autor: João Batista Damasceno - Doutor em Ciência Política pela UFF e juiz de Direito. Membro da Associação Juízes para a Democracia

Fonte: O Dia


23 de agosto de 2013

Nem todos os políticos no RJ apoiam as sandices de Cabral, Paes e sua turma

Assista e tire suas conclusões.


O estranho crescimento do patrimônio dos políticos governistas é público.

Isso foi já foi notícia e ninguém se explicou.

Mas afinal, como explicar???

18 de agosto de 2013

Câmaras Municipais não servem para nada

Na teoria tudo é muito bonito, as câmaras devem legislar sobre assuntos de interesse local, fiscalizar o legislativo, apurar denúncias por meio de CPI, aprovar o orçamento municipal e por aí vai.

Mas e na prática?

Na prática representam uma despesa entre 3,5% e 7% do orçamento municipal para nomear ruas e gozar de inúmeros privilégios.


Todas as atribuições das câmaras municipais podem ser (e são) feitas por outro órgão que já exista.

Por exemplo: para legislar: temos as câmaras estaduais, câmara federal, senado e congresso nacional;  para fiscalizar o executivo: temos entre outros o TCU e o TCE; para apurar denúncias: temos o MPE, o MPF, a polícia civil, a polícia federal e outros mais.

Não faz sentido manter milhares de pessoas - são milhares de vereadores além de assessores em todo o Brasil - recebendo para não fazer absolutamente nada de útil.

Mas e sem as câmaras quem nomear as ruas????

Quem mora na rua...
sai de graça e é muito mais democrático.

Em resumo:
Câmaras Municipais não servem para nada.

16 de agosto de 2013

Democracia X Democracia formal


Todo governante que para se manter no poder ou implementar suas políticas tenha necessidade de rotineiramente apelar à força do Estado demonstra, cada vez que a usa, evidente ilegitimidade.

Interessante notar que o uso prolongado da força estatal tem como efeito colateral desconectar o próprio governante da realidade da mesma forma que o povo por exposição prolongada ao pão e circo também se aliena.


Mas voltando à ilegitimidade do governante.

Fica patente seja por não ter apoio popular - pois se o tivesse a recorrência à força seria esporádica e não rotineira - ou por demonstrar absoluta incompetência em administrar conflitos. Devendo-se considerar que uma das faces mais importantes da política contemporânea é justamente a capacidade de bem administrar os conflitos decorrentes da complexidade social que se impõe.

Seja por um ou outro motivo o governante torna-se ilegítimo dentro de um cenário que se queira democrático.

Aqueles que moram em uma democracia formal - e muitos nem sabem que moram - argumentarão "Mas ele (o governante) foi eleito... logo o povo "deu" a legitimidade..." ou “O povo votou mal agora é tarde...” ou algo do gênero.

É verdade que foi assim no passado relativamente próximo. No tempo onde “rouba mas faz” parecia fazer sentido, contudo, o mundo atual exige muito, muito, muito mais que isso. Com créditos do rouba mas faz disputado entre Adhemar de Barros e Paulo Maluf.


A mera formalidade na política nunca atendeu demandas sociais e atender tais demandas é condição sem a qual não há legitimidade (e futuro) para o Estado/governante/político contemporâneo.

A legitimidade democrática inicia na eleição pelo povo dos seus representantes. Importante frisar que supõe-se uma eleição limpa, livre e democrática. Essa eleição é a parte inicial do processo político e nunca uma carta branca para o governante tomar como privado o que é público e reinar da forma que bem entender. Isso definitivamente tem que acabar.

É o que as ruas pedem sem pedir.


Quem pensa (ou age) na política atual dentro dos moldes ultrapassados ficará à margem dos rumos que a política do século XXI vem tomando. Observe atentamente. A forma de fazer comércio, as relações sociais, as transações financeiras, a comunicação, o lazer e tudo mais que exista nas relações humanas está sendo fortemente influenciado pela internet.

A política não ficará de fora.

Assim como a invenção da prensa por Gutenberg foi considerado por muitos o evento mais importante da era moderna a utilização massiva da internet é o evento mais importante desde a prensa.

O fato é que estão mudando os rumos da velha história.


Participe.

Excelente comentário do Jornalista Luiz Carlos Prates - Religiosos x Ateus

O vídeo é bem curto - dois minutos e meio - e muito interessante.
Assista.


Religião não é sinônimo de retidão de caráter.
Pode parecer óbvio mas muita gente ainda não entendeu.

Leia também:



7 de agosto de 2013

Cariocas Uber Alles - Josie and the PussyRiots



Esta é uma produção da banda Josie and the PussyRiots. Estamos apoiando e multiplicando. Curta o canal deles também:http://www.youtube.com/channel/UCaSmR...

Letra:

Eu sou o governador Sérgio Cabral
Muito cuidado, pois eu tenho o pre-sal
Ainda serei presidente

Meu P2 tá infiltrado
O molotov foi pro lado errado
Querem saber como vai ser na Copa?
Me diz depois, porque eu vou pra Europa
Me diz depois, porque eu vou pra Europa!

Cariocas uber alles!

Voltem pra sua UPP
Amarildo, cadê você?
Erradicaremos a pobreza
Matando pobres, mas que beleza

Ocuparemos as favelas
Com o evangelho de Marcelo Crivella
De lá de cima, uma bela vista
Do império de Eike Batista

Cariocas uber alles!

Sejam bem-vindos a 2016
Controlaremos todos vocês
Esse será o nosso regimento
Sob o controle de Capitão Nascimento

Bomba de gás e efeito imoral
Oposição aqui vai se dar mal
Não se preocupem, é só um choque ordem
Sem mais protestos ou todos morrem

Explodiremos os bueiros
Apagaremos os bombeiros
E se acham pouco, ainda tem mais
Depois de mim, Eduardo Paes
Depois de mim, tem Pezão e Paes!

Cariocas uber alles!

(versão para California Über Alles, composta pela banda punk californiana Dead Kennedys)

3 de agosto de 2013

A reação brasileira chega às ruas - Márlon Reis

O Brasil está submerso em manifestações. Nas duas últimas semanas as ruas de centenas de cidades foram tomadas por cidadãos motivados por temas diversos como o alto preço das tarifas de ônibus, a liberdade de investigação para Promotores de Justiça, o combate à corrupção e a Reforma Política.

Trata-se de um movimento sem precedentes. Na história da democracia brasileira, ainda recente, vivenciamos grandes momentos de manifestação popular apenas em episódios como a luta pela realização de eleições diretas para Presidente e a mobilização pela cassação do mandato presidencial de Fernando Collor de Melo, deposto em 1992.

Todas as grandes manifestações anteriores tinham como ponto comum a condução por líderes partidários e sindicais. Era uma mobilização piramidal, operada nas formas tradicionalmente presentes na política brasileira.

Agora o que se vê é bem distinto. O movimento que ocupa as ruas não tem líderes. Nem mesmo os administradores dos perfis e páginas dotadas de maior poder de mobilização podem ser considerados líderes capazes de reunir pessoas em torno de causas comuns. Eles operam, na verdade, como catalizadores de uma energia que não parte nem passa por sua capacidade de liderança. Operam como promotores de encontros, não como chefes. As ligações que provocam não são do tipo piramidal, mas conexões melhor descritas simplesmente como “redes”.

Não há líderes a serem identificados. Não existem bandeiras definidas, já que o objetivo não é formar ou substituir os partidos.

Todos têm em comum o mesmo objetivo de demonstrar sua existência e, mais que isso, sua dignidade cívica. Querem ser ouvidos. A rua grita para despertar espaços que, de instrumentos do exercício democrático do poder, foram convertidos em feudos marcados pelo exclusivismo e pela corrupção.

As manifestações sociais no Brasil revelam um novo modo de pensar e de agir. Está caindo por terra a tutela dos partidos políticos, ainda hoje marcados por estruturas caciquistas que responderam bem em tempos passados, mas que não tem qualquer significação contemporânea.

Curioso ver como como alguns partidos, que antes sempre estiveram à frente das mobilizações, não conseguem ver um grupo reivindicando algo sem dar início às suas estratégias hegemônicas.

Lembrei-me do Fórum Social Mundial, justamente concebido como espaço de vocalizações e encontros, e que os partidos de esquerda sempre tentaram em vão transformar em lugares para a conquista de adeptos.

Assim como no Fórum Social Mundial, os manifestantes que invadem as ruas brasileiras sabem perfeitamente que “outro mundo é possível”. Não lhes pergunte qual. Mas certamente concordarão se lhes disserem que certamente não é este que conhecemos.

Indaga-se sobre o futuro desse movimento. O medo maior é que ele desapareça sem deixar conquistas. Mas isso é impossível. Nem me refiro às medidas que o governo e o Parlamento já adotaram para acolher algumas das reivindicações. Romperam-se os paradigmas e isso basta. O povo brasileiro não é mais o universo de comodismo que se pensou.

Em julho de 2012 - há dois anos - o jornal El País perguntava: “¿Por qué los brasileños no reaccionan ante la corrupción de sus políticos?”.

Terá agora que refazer a pergunta.


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Observação do ParlatórioDoMaxx

Excelente e afinado com a realidade fora dos gabinetes no Brasil. Recomendo (muito) que visitem o site do Autor - que para nossa sorte autorizou a reprodução de seus textos por aqui. Vamos divulgar pois só através da formação e informação construiremos uma verdadeira democracia.


2 de agosto de 2013

Morreu Fernando Silva em decorrência do uso de "armas não letais" pela PM do Ditador Sérgio Cabral


Recebi através das redes sociais a notícia abaixo. Como é importante resolvi compartilhar.

"Morreu ontem em decorrência do uso abusivo de gás lacrimogênio e spray de pimenta Fernando Silva, ator e cantor, de 34 anos, fundador do Cinema de Guerrilha da Baixada.

A Globo censurou a razão da morte em sua matéria, mas pode ser conferido sem dúvida no vídeo do youtube. Ele acreditava que ia se recuperar e brada que irá voltar para cobrar a saída do Cabral.

É por isso que a frente da casa do Cabral está ocupada há 6 dias e assim continuará até ele cair. Câmaras municipais estão sendo ocupadas pelo país e as manifestações se mantém intensas, como pode ser conferido na mídia ninja.

O direito inalienável do ser humano à expressão de suas idéias está sendo violentamente cerceado no nosso estado e país. Quem está em casa certamente não sabe nem saberá o que está acontecendo.

Sobram opiniões e conforto, faltam participação e cidadania.



Vá em paz, guerrilheiro! Obrigado!

Enviado por > Carlos Guilherme Freatto Pellizzer Wolff

Geração Invencível: www.facebook.com/GeracaoInvencivel

Fernando Coelho"


Importante salientar que o gás que está sendo usado pela PM de Cabral no Rio de Janeiro foi comprado sem licitação e em desacordo com as normas que regulamentam seu uso (leia a parte final do post no link para entender melhor). Em outras palavras:

CABRAL MATOU MAIS ESSE CIDADÃO

Leia também:



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